quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Artesanato na Bahia - João Vitor


A figa protege do mal olhado e de determinadas pessoas, supostamente capazes de causar desgraça àquelas para quem olham. Contra essa força negativa os antigos criaram um amuleto - a figa - que ainda hoje acredita que tira a inveja dos outros, afasta o mal e traz a boa sorte.
Essa mão fechada, onde a ponta do polegar aparece entre os dedos indicador e médio, tem uma história muito mais interessante do que se possa imaginar.
Sendo um simples objeto, a ética não impede que ele ande hoje com as medalhas do pescoço das crianças, das moças e até nos relógios dos homens.
E, realmente o comércio de figas desenvolveu-se de tal forma por todo o Brasil, que são encontradas feitas de madeira, prata, ouro, cobre, pedra e barro. Existem de todos os tamanhos e formatos. Quando se vê uma figa no braço dos bebês, suspensa na pulseira ou pendente do cordão de ouro das crianças, mal se imagina o que representa em sua origem.
Ela também protege contra feitiços, inveja e pragas de toda sorte.

Mercado Modelo - Natalia


Salvador é uma das mais belas cidades do Brasil. Importante destino turístico, Salvador cativa o visitante não somente com suas belezas naturais e arquitetônicas, mas também por suas tradições artísticas e artesanais de estilo afrobrasileiro. O Mercado Modelo, que se encontra dentro de um prédio histórico, a antiga Casa da Alfândega erguida em 1861, é um lugar privilegiado para o turista desfrutar um cenário magnífico que estimula todos os sentidos e percepções, no meio das mais variadas obras artesanais, a pouca distância do profundo azul do mar da Bahia, perto das badaladas agitadas no centro da cidade.

Artesanato baiano - Adriel e Victor


Com as bênçãos do Senhor do Bonfim, o cultuado sincretismo baiano oferece ao artista popular inúmeros temas para suas obras. Em suas mãos, a massa de modelar ganha forma, a tradicional baiana. Essa mulher mágica, de vestido branco rendado, fartamente rodado, que encontramos pelas praças e esquinas oferecendo saborosos acarajés ou perfumando as escadarias da Igreja do Bonfim.
Quando a matéria-prima é o barro, as criações dividem espaço entre o sagrado e utilitário. Assim, nascem orixás majestosos, reverenciados em todos os cantos do mundo, e também vasos, caçarolas, panelas e fogareiros.
A musicalidade natural do baiano está num ícone: o berimbau, instrumento de origem africana, incorporada ao rito da capoeira e homenageado nas miniaturas feitas de pequenas cabaças.

Artesanato - Paloma e Mariane


Artesanato: É essencialmente o próprio trabalho manual ou produção de um artesão (de artesão + ato). Mas com a mecanização da indústria o artesão é identificado como um que molda objetos
pertencentes à chamada cultura popular.
O artesanato é tradicionalmente a produção de caráter familiar, na qual o produtor (artesão) possui os meios de produção (sendo o proprietário da oficina e das ferramentas) e trabalha com a família em sua própria casa, realizando todas as etapas da produção, desde o preparo da matéria-prima, até o acabamento final, ou seja, não havendo divisão do trabalho ou especialização para a confecção de algum produto. Em algumas situações o artesão tinha junto a si um ajudante ou aprendiz.
Cerâmica e bonecos de barro são a arte popular e de artesanato mais desenvolvida no Brasil. Desenvolveu-se em regiões principais à extração de sua materia prima- o barro. Nas feiras e mercados do Nordeste, encontram-se os bonecos de barro reconstruindo figuras típicas da região, como os cangaceiros, retirantes, vendedores músicos e rendeiras.

Mercado Modelo - Bianca


263 lojas de artesanato, espalhadas em dois andares, dentro da antiga Casa de Alfândega, competem pela atenção dos turistas. Sendo Salvador importante pólo da cultura afrobrasileira no Brasil, os turistas se encantam passeando pelo colorido multifacetado dos estandes do Mercado Modelo, inteirando-se assim de cores, cheiros e sons do coração africano no meio do centro de Salvador entre o Elevador Lacerda e a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia. Mais barraquinhas, fora do prédio, criam uma transição para a vida pulsante da cidade. Suas rodas de samba e Capoeira remetem ao refinado espírito artístico baiano.

Artesanato na Bahia - Miguel


Materiais e tipologias variadas são caracteristicas do artesanato na Bahia e tambem é sua fonte de renda.
A Bahia possui uma grande variedade de artesanato com peculiaridades da região.
Quando a matéria-prima é o barro, as criações dividem espaço entre o sagrado e utilitário. Assim, nascem orixás majestosos, reverenciados em todos os cantos do mundo, e também vasos, caçarolas, panelas e fogareiros.
A musicalidade natural do baiano está num ícone: o berimbau, instrumento de origem africana, incorporada ao rito da capoeira e homenageado nas miniaturas feitas de pequenas cabaças.

Artesanato em Salvador - Luara


As feiras de artesanato em Salvador, junto ao jardim de Alá, despertam o interesse dos turistas em conhecer de perto o artesanato nordestino, produzido pelo artesão da Bahia. Através da arte é difundida a cultura de um lugar, de um região e valoriza o trabalho artesanal. Facilita ao turista aquisão de produtos artesanais de compra que facilita, e de uso de serviço turistico.
Os turistas têm disposição para fazer suas compras pela cidade de Salvador, os bancos para sacar dinheiro sem precisar andar com muito dinheiro pelas ruas da cidade e aproveitar os lugares turisticos e fazer suas compras sempre preocupado, presentes nas feiras de artesanato, no shopping, para levar de lembrança turística de Salvador.

Artesanato - João Pedro e Paulo Henrique


Na feira, montada na estação ferroviária, os visitantes podem encontrar produtos com enfeites de Natal, sabonetes artesanais, peças decorativas, objetos de cerâmica, toalhas bordadas e pintadas, bijouterias, sandálias e blusas artesanais.
Vale a pena visitar e apoiar o trabalho das comunidades, sobre tudo para quem está de passagem para pegar o trem ou trabalhar perto da estação, afirma a diretora de estação da campanha de transporte de Salvador.
As colchas de retalho feitas com uma porção de pedaços de tecido que são os retalhos. Vão juntados os pedaços de pano para fazer uma colcha de retalho e “arremendando” através da costura à mão ou na máquina. Primeiro: só os de bolinhas; depois os de listrinhas; os estampados; os de florzinhas; de lua e estrelas; de bolinhas grandes e bolinhas pequenas; bolinhas listradas; de xadrez…
Depois vai costurando um a um dos pedaços até formar uma gostosa colcha de retalho.

História do artesanato - Beatriz Maria


Os primeiros objetos feito pelo homem eram artesanais. Isso pode ser identificado no período neolético (6000a.C) quando o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar a cerâmica como utensílio para armazenar e cozer alimentos e descobriu a técnica de tecelagem das fibras animais e vegetais. O mesmo pode ser percebido no Brasil no mesmo período. Pesquisas permitiram identificar uma indústria lítica e fabricação de cerâmica por etnias de tradição nordestina que viveram no sudeste do Piauí em 6000 a.C.
Historicamente, o artesão responde por todo o processo de transformação de matéria-prima em produto acabado.

Cerâmica e bonecos de barro - Beatriz Santos Castro


É a arte popular e de artesanato mais desenvolvida no Brasil. Desenvolveu-se em regiões principais à extração de sua materia prima- o barro. Nas feiras e mercados do Nordeste, encontram-se os bonecos de barro reconstruindo figuras típicas da região, como os cangaceiros, retirantes, vendedores músicos e rendeiras.

Artesanato na Bahia - Maria Clara e Morgana


O artesanato baiano oferece uma grande gama de opções em diversos segmentos artísticos. Dos entalhes de madeira às peças de cerâmicas utilitárias, passando por instrumentos musicais típicos da cultura da Bahia, como atabaques e berimbaus. O artesanato sempre foi um filão bastante atraente para o turismo e uma boa fonte de recursos para os artistas populares.
A Bahia possui um dos mais importantes e expressivos acervos culturais do Brasil, com um amplo patrimônio material. Salvador oferece várias opções de artesanato, como belas e originais peças indígenas, cerâmicas artísticas e utilitárias e até instrumentos musicais.
Nela são confeccionados esculturas, amuletos, carrancas, telas e outros objetos. Entre eles está a fita do Senhor do Bonfim, uma das lembranças mais típicas e conhecidas da cidade. Elas são como amuletos para as pessoas. E os turistas gostam delas. Essas fitas também são usadas no braço, na perna, no cabelo, etc. Até para fazer esculturas elas são úteis.
As fitas do Senhor do Bonfim têm varias cores, uma para cada momento da nossa vida. Uma cor para cada Orixá do Candomblé (religião que tem como origem a cultura africana - base da etnia escrava no Brasil).
Essas fitas são verdadeiras obras de arte.

Artesanato - George


Existem miçangas de vários tipos, cores e tamanhos. Elas são produzidas em vários lugares do mundo: na China, nos Estados Unidos e no Japão.
As miçangas servem para fazer colares, pulseiras e brincos. Esses adornos são usados para as pessoas se enfeitarem. Porém, nas religiões afro-descendentes, os colares feitos com miçangas têm um significado muito especial. Eles são abençoados e funcionam como elemento de proteção para as pessoas que os usam. As cores desses colares estão relacionadas com os diferentes orixás e simbolizam os seus atributos.As miçangas são bonitas! Todo mundo gosta, dependendo da religião ou não.

Miçangas, colares e pulseiras - Pedro Henrique e Gabriel


Há artesanatos que têm um lugar específico onde são feitos os colares, miçangas e pulseiras. Eles são vendidos e confeccionados nas praias soteropolitanas. Tem gente que faz na própria praia. Também tem brinco que é feito de cristal de mentirinha e as pessoas acabam comprando.Geralmente os vendedores vendem na praia. Há também bolsas de vários tipos e cores. Eles confeccionam e vendem para sustentar as suas famílias.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

As bordadeiras de Itapagipe


Há algum tempo atrás, houve uma crise de desemprego muito grande e as mulheres tiveram que ajudar seus maridos a sustentar a família. A partir daí, as mulheres começaram a fazer bordados e artesanatos com tecidos.
Enquanto elas bordavam, conversavam muito e falavam da vida alheia. Durante os seus
trabalhos surgiam ideias, novos pontos do bordado...
Daí surgiu o artesanato conhecido como fuxico, sendo hoje reconhecido como moda fashion.


Alunas: Beatriz Machado e Victória Paim

4º B

Nordeste: Artesanato da Bahia


Com as bênçãos do Senhor do Bonfim, o cultuado sincretismo baiano oferece ao artista popular inúmeros temas para suas obras. Em suas mãos, a massa de modelar ganha forma, a tradicional baiana. Essa mulher mágica, de vestido branco rendado, fartamente rodado, que encontramos pelas praças e esquinas oferecendo saborosos acarajés ou perfumando as escadarias da Igreja do Bonfim.
Quando a matéria-prima é o barro, as criações dividem espaço entre o sagrado e utilitário. Assim, nascem orixás majestosos, reverenciados em todos os cantos do mundo, e também vasos, caçarolas, panelas e fogareiros.
A musicalidade natural do baiano está num ícone: o berimbau, instrumento de origem africana, incorporada ao rito da capoeira e homenageado nas miniaturas feitas de pequenas cabaças.


Alunas: Valéria Moretto e Vitória Eduarda

4º B

Fitinha do Senhor do Bonfim


A fitinha do Senhor do Bonfim é considerada uma marca turística de Salvador. Dizem que amarrada no pulso realiza três desejos.
O uso de fitinhas do Bonfim foi introduzido desde 1809, pelo tesoureiro da irmandade do Bonfim, Silva Servo. Houve um tempo em que havia, também, fitinhas de Nossa Senhora da Guia.
A fita, que era artesanal, foi industrializada.


Alunas: Renatha e Anne

4º B

Tranças


Tranças, um penteado Afro típico da Bahia. Muitas mulheres vão ao salão em busca desse penteado. Os penteados mais procurados são: as tranças nagôs, que são feitas bem rente ao couro cabeludo; a trança rasta e o dreadlock (aquela que Bob Marley usava), que é feita com aplicações de cera de abelha. A trancinha rastafári geralmente é feita com implante de fios e leva horas para ficar pronta. A trança nagô é o penteado de maior identidade cultural. Os implantes e as tranças rastafári são muito procurados e os dreadloks são os preferidos dos rapazes que gostam de reggae.


Alunos: Normando e Victor Bruno

4º B

Artesanato Baiano


Com as bênçãos do Senhor do Bonfim, as culturas sincretizam.
O baiano oferece ao artesanato popular inúmeros temas para suas obras. Os primeiros artesanatos sugiram no Período Neolítico (6.000 a.C.), quando o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar e a tecer fibras animais e vegetais no Brasil.


Alunos: Felipe e Matheus

4º B

O berimbau


Quando a matéria-prima é o barro, as criações dividem espaço entre o sagrado e utilitário. Assim, nascem orixás majestosos, reverenciados em todos os cantos do mundo, e também vasos, caçarolas, panelas e fogareiros.
A musicalidade natural do baiano está num ícone: o berimbau, instrumento de origem africana, incorporada ao rito da capoeira e homenageado nas miniaturas feitas de pequenas cabaças.


Alunos: Maria Eduarda e João Vitor

4º B

Artesanato Baiano


É uma das formas de ocupação ou trabalho mais representativo da arte no estado. O artesanato confeccionado na Bahia inclui especialmente artigos em couro, madeira, barro, metal e fibras.
Geradora de bens materiais, produzidos por meios geralmente tradicionais, a tônica é a utilização de instrumentos rudimentares. É também gerada da cultura popular, a feitura de objetos de temas cotidianos, vivenciados pelos ambientes onde habitam os seus criadores, com emprego de técnica de fabricação peculiar e muitas vezes, territorial.

Os mais importantes centros artesanais baianos encontram-se nas cidades de Feira de Santana (couro); Maragogipinho, Rio Real e Cachoeira (barro); Caldas do Jorro, Caldas de Cipó e Itaparica (palha); Rio de Contas e Muritiba (metal); Ilha de Maré (bordados e tecelagem); Jequié, Valença e Feira de Santana (madeira); Santo Antonio de Jesus, Rio de Contas e Monte Santo (ouro e prata).


Alunos: Danilo e Icaro

4º B

Berimbau


O berimbau é um instrumento musical utilizado na Capoeira. Ele é feito de um galho de árvore e arame. Para algumas pessoas é como um “símbolo” de Salvador.
A seguir estão alguns modos de fazer:
Obtenha a verga (tipo de madeira) de uns sete palmos de comprimento. As melhores madeiras são a Biriba e o Pau Pereira.
No lado mais grosso da verga, faça uma marcação de 1,5 cm na extremidade.
Serre na marcação uns 5 mm de profundidade, contornando toda a verga.
Com muito cuidado, molde um pivô na extremidade da verga, cortando lascas até o local da serragem. Não ultrapassar o ponto da serragem para não deixar o pivô nem muito grosso e nem muito fino.
Faça o acabamento para arredondar o pivô moldado.
Na outra extremidade da verga, a mais fina, use um pedaço de sola ou couro e duas tachinhas.
Posicione a sola ou o couro na extremidade mais fina na verga.
Pregue a sola ou o couro com as tachinhas.
Usa-se arame de pneu em berimbaus.
O arame deve ter um palmo e meio a mais que a verga.
Em uma das extremidades do arame, faça um laço com o mesmo diâmetro do pivô que você fez na base da verga.


Alunas: Bruna e Luiza

4º B

Artesanato baiano


É uma das formas de ocupação ou trabalho mais representativo da arte no estado.
O artesanato confeccionado na Bahia inclui especialmente artigos em couro, madeira, barro, metal e fibras.
Geradora de bens materiais, produzidos por meios geralmente tradicionais, a tônica é a utilização de instrumentos rudimentares. É também gerada da cultura popular, a feitura de objetos de temas cotidianos, vivenciados pelos ambientes onde habitam os seus criadores, com emprego de técnica de fabricação peculiar e muitas vezes, territorial.


Alunos: Beatriz Naomi e Raphael

4º B

Miçangas


Existem miçangas de vários tipos, cores e tamanhos. Elas são produzidas em vários lugares do mundo: na China, nos Estados Unidos e no Japão.
As miçangas servem para fazer colares, pulseiras e brincos. Esses adornos são usados para as pessoas se enfeitarem. Porém, nas religiões afro-descendentes, os colares feitos com miçangas têm um significado muito especial. Eles são abençoados e funcionam como elemento de proteção para as pessoas que os usam. As cores desses colares estão relacionadas com os diferentes orixás e simbolizam os seus atributos.As miçangas são bonitas! Todo mundo gosta, dependendo da religião ou não.


Alunos: Andressa Louback e Pedro Henrique

4º B

Como se fazer o berimbau


Modo de fazer:

Obtenha a verga (tipo de madeira) de uns sete palmos de comprimento. As melhores madeiras são a Biriba e o Pau Pereira.
No lado mais grosso da verga, faça uma marcação de 1,5 cm na extremidade.
Serre na marcação uns 5 mm de profundidade, contornando toda a verga.
Com muito cuidado, molde um pivô na extremidade da verga, cortando lascas até o local da serragem. Não ultrapassar o ponto da serragem para não deixar o pivô nem muito grosso e nem muito fino.
Faça o acabamento para arredondar o pivô moldado.
Na outra extremidade da verga, a mais fina, use um pedaço de sola ou couro e duas tachinhas.
Posicione a sola ou o couro na extremidade mais fina na verga.
Pregue a sola ou o couro com as tachinhas.
Usa-se arame de pneu em berimbaus.
O arame deve ter um palmo e meio a mais que a verga.
Em uma das extremidades do arame, faça um laço com o mesmo diâmetro do pivô que você fez na base da verga.
O laço encaixe-se perfeitamente ao pivô.

Na outra extremidade do arame, faça um laço menor.


Alunas: Ana Carolina e Letícia Landim

4ª B

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Colcha de Retalho, um Artesanato Baiano


É feita com uma porção de pedaços de tecido que são os retalhos. Vão juntados os pedaços de pano para fazer uma colcha de retalho e “arremendando” através da costura à mão ou na máquina. Primeiro: só os de bolinhas; depois os de listrinhas; os estampados; os de florzinhas; de lua e estrelas; de bolinhas grandes e bolinhas pequenas; bolinhas listradas; de xadrez…
Depois vai costurando um a um dos pedaços até formar uma gostosa colcha de retalho.


Aluna: Vitória Lima

4ªA

Salvador e suas artes


Salvador é uma cidade de cultura rica. Nela são confeccionados esculturas, amuletos, carrancas, telas e outros objetos. Entre eles está a fita do Senhor do Bonfim, uma das lembranças mais típicas e conhecidas da cidade. Elas são como amuletos para as pessoas. E os turistas gostam delas. Essas fitas também são usadas no braço, na perna, no cabelo, etc. Até para fazer esculturas elas são úteis.
As fitas do Senhor do Bonfim têm varias cores, uma para cada momento da nossa vida. Uma cor para cada Orixá do Candomblé (religião que tem como origem a cultura africana - base da etnia escrava no Brasil).
Essas fitas são verdadeiras obras de arte.


Aluna: Sara Costa

4ªA

Bonecas de tecidos


As bonecas de tecidos formam um artesanato bem legal. Elas são comparadas em vários lugares. Onde mais vendem é no Mercado Modelo e no Pelourinho.
As bonecas de hoje em dia falam, choram, andam. Mas antigamente não existiam essas bonecas e sim as de tecidos que faziam a festa e a alegria da criançada.
A boneca de tecido ainda é usada, mas as bonecas de hoje são mais sofisticadas e por isso usam mais as industrializadas.

Aluna: Rafaela

4ºA

Miçangas, colares e pulseiras


Há artesanatos que têm um lugar específico onde são feitos os colares, miçangas e pulseiras. Eles são vendidos e confeccionados nas praias soteropolitanas. Tem gente que faz na própria praia. Também tem brinco que é feito de cristal de mentirinha e as pessoas acabam comprando.Geralmente os vendedores vendem na praia. Há também bolsas de vários tipos e cores. Eles confeccionam e vendem para sustentar as suas famílias.


Aluna: Maiara

4º A

Artesanato baiano: a fita do Senhor do Bonfim


As fitas do Senhor do Bonfim são ícones baianas, conhecidas no Brasil inteiro. O que poucos sabem é que é um popular acessório, destinado a realizar desejos e trazer sorte a quem a usa. É condicionada na distante Sumaré, há 25 km de Campinas – São Paulo.
Duas voltas no pulso, três nós e, para um deles, um pedido. Mantenha em segredos e espere a fitinha cair com o tempo. Quando isso ocorrer, dentro de três a quatro meses, o desejo se realizará. Está e uma crença no poder da fita do Senhor do Bonfim.
Vendida em diversas cores, a fita do Senhor do Bonfim possui um lado que poucos conhecem: cada cor representa um Orixá, um Santo do Candomblé (religião que tem como origem a cultura africana - base da etnia escrava no Brasil).


Aluno: Luis e Pedro

4º A

Em Salvador


Em Salvador temos o ritmo típico que é “Axé”. Temos cantores como: Bel Marquis, Ivete Sangalo, Cláudia Leite e outros.
Como os cantores e ritmos típicos, temos os trios elétricos, que foi inventado por Dodô e Osmar, dois baianos irmãos.
Temos também comidas típicas. São elas o acarajé, a feijoada, o caruru, o vatapá, o camarão, feijão tropeiro, pé e língua de porco e muito mais delicias...
Essa é a minha cidade.


Aluna: Luana

4º A

Objetos de cerâmica


Na zona rural de Salvador, numa cidade chamada Maragojipinho, a maioria da população trabalha com a confecção de objetos de cerâmica, como: pratinhos, panelas, porquinho, moringas, filtros, enfeites, etc.
Com essa confecção, a população tira o sustento da sua família.
Essa arte tem um interesse internacional, através da exportação, tornando-se curioso e criativo.


Aluna: Lorena

4º A

Artesanatos de colares, brincos e pulseiras


Os colares, brincos e pulseira são feitas de miçangas, conchas, madeira, etc. As pessoas montam isso para que os turistas e pessoas de Salvador se interessem pelos artesanatos e os usem. Porque em várias cidades ou país não há artesanatos como o nosso - o soteropolitano.
Por isso, que as pessoas compram. Esse artesanato é encontrado em feiras que se têm muitos tipos de artesanatos. Tipo: artesanato de carrinhos; artesanatos de bonecas; artesanatos de fita do Senhor do Bonfim, entre outros.


Aluna: Fernanda

4º A

Artesanato da fitinha do Senhor do Bonfim


A fita original foi criada em 1809, tendo desaparecido no início do ano de 1950. Conhecida como medindo 47centímetros de comprimento, a medida do braço direito da estatua de Jesus Cristo, Senhor do Bonfim, postada no altar-mor, da igreja mais famosa da Bahia.
As fitas do Senhor do Bonfim eram somente usadas para realizar três pedidos. Mas agora as pessoas usam para fazer: roupas, bolsas, colares, brincos e muitos outros. E assim, enriquecendo, cada vez mais, e inovando o artesanato baiano. Ficando cada vez mais bonito. E usando seus bens materiais e culturais para serem exportados.


Alunos: Caio e Vitor

4º A

Artesanato de figas.


A figa protege do mal olhado e de determinadas pessoas, supostamente capazes de causar desgraça àquelas para quem olham. Contra essa força negativa os antigos criaram um amuleto - a figa - que ainda hoje acredita que tira a inveja dos outros, afasta o mal e traz a boa sorte.
Essa mão fechada, onde a ponta do polegar aparece entre os dedos indicador e médio, tem uma história muito mais interessante do que se possa imaginar.
Sendo um simples objeto, a ética não impede que ele ande hoje com as medalhas do pescoço das crianças, das moças e até nos relógios dos homens.
E, realmente o comércio de figas desenvolveu-se de tal forma por todo o Brasil, que são encontradas feitas de madeira, prata, ouro, cobre, pedra e barro. Existem de todos os tamanhos e formatos. Quando se vê uma figa no braço dos bebês, suspensa na pulseira ou pendente do cordão de ouro das crianças, mal se imagina o que representa em sua origem.
Ela também protege contra feitiços, inveja e pragas de toda sorte.

Alunas: Bruna Sierpinnska e Gabrielle Oliveira

4º A

Esculturas de bonecas negras de cerâmica


Maria Adelaide é uma das cem mil autodidatas que existem em Salvador. Ela começou a criar suas esculturas como brincadeira de criança. Suas peças são conhecidas pela sua beleza e perfeição. É comum encontrá-las nas páginas das principais revistas de decoração do país. Os artefatos de cerâmica são tão apreciados pelas pessoas, que a arte das bonecas foi parar em um dos mais importantes museus do mundo, o Guggenheim, em Nova York.
As bonecas retratam personagens como africanas, baianas, mulatas, lavadeiras, madames, camponesas, noivas e outras.


Aluna: Ádila

4º A